Como posso resumir fevereiro? Acho que um mês de tristeza, medo e mais tristeza? Acho que sim. Aí você me pergunta: - Luca, por que você ficou triste? - Simples, eu não passei no IFCE, mas isso é bem mais além do que uma simples “proibição” de entrar, pois eu tinha um trato com a minha mãe de que se eu passasse íamos ficar aqui no Ceará até eu terminar o curso, mas caso não ela ia começar a se planejar para voltar para SP. Até aí ok, pois eu gosto muito de lá, eu sou de lá, mas tinha uma coisa que falava muito, mas muito mais alto, a insegurança de perder minhas amizades.
Não vou entrar muito nessa história, mas devido a alguns problemas eu passei muito tbm sem querer ter muita amizade com ninguém, mas depois de uns anos eu aceitei que talvez morreria aqui e comecei a me soltar mais, aí eu me vi numa situação de ter construído tudo em muito tempo e ter que destruir da noite pro dia, ou pelo menos era isso que eu tinha medo, de perder todas as minhas amizades da noite pro dia. E quem me ajudou muito a superar isso foi a minha queridíssima Maria Clara.
Mas acho que tirando isso, foi um mês incrível, porque era meu primeiro mês estudando mais longe, depois de 4 anos em uma escola diferente e, principalmente, meu primeiro mês no ensino médio. Se me perguntassem se eu gostei e se gosto do ensino médio, eu diria sim, porque lá eu já tive diversas experiências novas, conheci pessoas novas, pude melhorar meu “sensor” de em quem devo ou não confiar, entre outras coisas, então sim.
Mesmo não tendo entrado no IF eu consegui entrar pra uma escola muito boa e, o melhor, profissional com curso técnico de mecânica. Eu já estava triste, porque teria que ir para uma escola que eu não sentia que eu ficaria feliz l apesar de conhecer bastante gente e até ter minha melhor amiga lá, mas um dia depois que eu acabei me matriculando nessa escola que eu não queria, a escola profissional me liga dizendo que eu posso me matricular lá, e aí foram saltos de alegria.
Uma coisa nova e que eu achava até impossível, mas que aconteceu, foi eu ter virado amigo da senhora Rodrigues, ou melhor, a Larissa Rodrigues, vulgo Larix. Ela talvez estivesse na lista de pessoas de só falar se for extremamente importante, pois ela era muito anti-social e passava um certo grau de “não me toque”. Mas como as coisas são como devem ser, nós viramos amigos por causa de uma mensagem e admito que esse ano foi muito interessante, porque tinha ela pra falar super bem das pessoas e elogia-las com toda sinceridade (risos). Com essa amizade eu ganhei muitos benefícios, tipo uma pessoa pra perturbar, pra fofocar, receber julgamentos, julgar, receber conselhos (e não executar), entre outros.
Outra coisa que marcou bastante esse mês nas primeiras semanas, foi o “julgamento” que foi quando eu ouvi uma história sobre o casal e fui atrás de saber se era verdade ou não e, sinceramente, até hj tenho minhas dúvidas, porque depois ouvi ser mentira, mas não duvido nenhum pouco de uma das partes. Em resumo, por causa disso a história com a Maria/Carmem/Maria Carmem começou a complicar e minhas irmãs de fofoca começaram a odiar ela até mais que eu.
-E a tal da Kayana, hein? - Pois é né, acho que foi a primeira menina “tentação” que eu conheci e, claro eu um mero iludido, gostei dela. Mas algo nela me incomodava, o fato de sempre querer se mostrar superior e eu nunca entender isso e nem conseguir relacionar ela com atitudes de outra pessoa, mesmo não achando nada estranho aquele tipo de atitude. Depois de dias, semanas, analisando comportamento pessoal, mensagens, conversas, eu parei e disse “ela sou eu”, pois eu sempre fui muito debochado e o fato de querer ser superior nunca foi um mistério. Para tirar todas as possibilidades de ser coisa da minha cabeça, eu comecei a falar sobre com algumas pessoas que me disseram coisas como “Feliz por encontrar sua versão feminina?” (Não lembro quem disse) e o que a Amanda, que não participou muito esse ano, mas sempre falava que eu tinha que ser mais jovem ano passado que disse “Tá aí tua versão feminina. Agora você me entende?”.
Continuei amigo dela, mas agora entendo que certas coisas que ela fazia ou falava era quase que um karma, por um dia ter dito coisas parecidas. Inclusive, desculpe se um dia você se sentiu ofendido por mim, evolua pra não acontecer de novo, brincadeira!!, desculpe por tudo.
Tem mais uma coisa que eu não poderia esquecer, virei amigo da Xavier, a gente já se conhecia há uns anos, mas nunca tivemos uma amizade, enfim, mais uma irmã de fofoca.
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