Antes de começar acho que seria legal falar duas coisas. Primeiro, se eu não terminar esse texto agora, vou dar meu máximo pra terminar amanhã de manhã antes das aulas, porque ultimamente começo um texto que vira um rascunho que nunca muda disso. Segundo, que esse é o primeiro texto em que eu vou tentar enumerar meus textos, mas acho que nunca vou conseguir terminar, enfim.
017120
Finalmente, ao som dos autorais da Bibia, começo esse texto que começa há dias pensando em um título, mas que na minha cabeça só vinha "a culpa é sua" e ao mesmo lembrando da música "a culpa é sua// se eu tô aqui jogado // no meio da rua…" (risos).
Eu tenho dezenas de textos, mas os meus favoritos são os que eu só escrevo na minha mente enquanto estou em um momento entediante ou quando estou vivendo um momento bom, e esses normalmente eu não consigo escrever. Momentos bons, tipo, o dia que eu fiquei muito feliz pela minha primeira aula em sala, do dia que eu recebi muitos abraços carinhosos ou até mesmo de ontem que eu fiz meu primeiro passeio com uma pessoa muito especial.
Parece que eu estou falando coisas aleatórias, mas tudo faz parte de uma mesma lógica, lembranças. Lembranças boas, com pessoas especiais, situações especiais ou até lugares especiais… (tipo "pompaulo"), lembranças essas que estamos a todo momento propícios a apenas ter na memória.
Já perdi pessoas que eu tinha um carinho enorme e a maioria delas ainda estão vivas. Já perdi momentos que eu podia ter simplesmente feito outra coisa, mas não fiz. Já perdi tbm coisas que eu não pude fazer nada, como minha vinda indesejada para o Ceará em agosto de 2016.
Essas foram algumas das coisas que eu comecei a lembrar sem parar depois da profª de literatura fez uma reflexão sobre um trecho de um texto que eu levei. Eu estava num ritmo muito alto e tudo ou era prova ou resolver problema de alguém com atividade prova etc, e "do nada" ela vai lá e faz eu começar a refletir sobre a existência, por isso do título, porque, Isabela, eu tava de boa e você me fez lembrar de pessoas especiais, momentos especiais e que a maioria delas não me pertencem mais, uma porque me bloqueou, outra porque pessoas não queriam eu perto entre outras.
Enfim, isso fez eu ver que, às vezes, é bom dar uma parada e ver o mundo ao redor, pois pode ser que eu simplesmente me torne "o vento que entra por uma janela e que ao sair já não sabe de onde veio".
Se você ler, aceito um feedback.
Mesmo Barco - Bia Marques
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