Ultimamente, eu venho sonhado bastante e acho que minha cabeça tá tão, mais tão, cansada que simplesmente passa qualquer coisa pro "intreterimento" enquanto eu durmo. Anyway.
Um deles foi assim, eu tinha ido à Ceasa com minha mãe, não sei se muda muita coisa mas eu estava dirigindo quando fomos juntos, e depois voltamos para casa; normal tudo. Quando era mais tarde eu ia ao mesmo lugar junto com um amigo meu, que eu não lembro direito mas acho que era o Fabrício, eu colocava o carro num lugar e ele dizia "Cara, eu pago o Uber pra você voltar pra casa e mais tarde eu vou deixar o carro com outra pessoa". Estava em casa e a do nada a Ana chega e estranhamente me pergunta se o carro estava lá e quando eu disse que não ela começou a me dar um esporro horrível, até que ela disse que ia buscar o carro comigo. Já era tarde tipo umas 19:00, mas o sol estava vivo como se fosse 15:00, e quando chegamos lá o carro estava com as rodas totalmente tortas e eu comecei a ficar puto com o Fab.
Dando uma resumida, discuti com ele e Ana tentando me acalmar. Até que enfim, estávamos na estrada e do nada o carro acelera e como as rodas estavam tortas ele estava indo em direção ao mar e, depois quando não tinha mais esperança de ficarmos vivos, o carro voltava pra estrada normal, como se nada tivesse acontecido. Outra vez, eu estava bem concentrado e - nisso ela estava cansada e dormiu - o carro, em linha reta, do nada vira pra direita com tudo e ia em direção a uma colina, então ia bater em cheio e, novamente, quando estava pertinho o carro voltou pra pista normal.
Quando chegava em casa, colocava o carro na garagem e ela continuava dormindo, então mesmo com sono peguei ela e subi para deitar ela e me deitar também, porque a viagem tinha sido aterrorizante e, pelo menos, 5 vezes maior do que seria normalmente. Dormi e no outro dia, acordei e minha mãe "Luca, por que ela tá aí?" E eu respondia "A gente foi resolver umas coisas que ela pediu pra eu ir com ela e quando a gente tava perto ela perguntou se não podia vir pra porque não tava com saco pra ir pra casa". Ela fazia só Humm e isso. Mas estava preocupado, pois já fazia horas que a Ana tinha dormido e já era a tarde e ela não tinha acordado. No meio dessa preocupação, eu acordei na vida real respirando fundo, rápido e num desespero que durou alguns minutos.
Após esse sonho, tive um outro que iniciava eu em uma mesa muito grande, que eu sentado em uma ponta não conseguia ver a outra e do nada naquela longa distância a mesma vem com um prato me servir. Olhava de forma estranha pra todo aquele senário e perguntei "Como, por que eu tô aqui? E por que você está me servindo?" Ela ficava calada a todo momento e só disse "Coma tudo", mas o pequeno grande detalhe é que era muita, muita, comida.
De alguma forma eu comi tudo aquilo e ela vinha e me dava um tapa com muita força na cara e começava a chorar. Eu totalmente confuso, passando a mão no rosto perguntava mais uma vez a mesma coisa e por que ela tinha feito aquilo comigo. Ela começou a correr, correr tanto que não conseguia alcançar ela mesmo com todo meu esforço, o detalhe é que enquanto ela corria chorando as lágrimas dela vinham no meu resto e eu não aguentando mais correr gritava "ANAAA, PARA EU NÃO AGUENTO MAIS CORRER, VAMOS CONVERS..." Do nada, só aparece ela na minha frente dizendo "Amigos não fazem isso" e começava a me beijar com muita vontade. E eu acordei.
Para não ficar muito longo vou contar só mais um. Eu estava em Canindé na vida real e no sonho, estava no quarto da Rita e ela dizia "Luca, olha bem pra mim. Você não está preso, faça o que quer, faça exatamente o que está na sua mente agora que é fazer coisas erradas com ela", e eu ficava louco da cabeça. Sempre que falava com alguém eu não gostava, e quando falei com minha prima, também não gostava de conversar com ela, então voltava e me deitava no colo da Ana e ela "A gente não pode ter nada agora, não quero problemas nas nossas vidas. Você diz que espera eu me tornar de maior idade, mas tenho medo de você não gostar mais de mim. Eu ainda gosto de você, mas ela não me permite gostar de você". Eu deitava ela na cama, me deitava em cima, como estivesse a protegendo e começava a chorar, e ela voltava a falar "Você é meu bebê, mas ela não deixa te amar, porque diz que sou nova .." e antes que ela terminasse de falar, eu acordei.
O que eu entendo de moral de tudo isso é isso aí mesmo, não sei o que dizer, porque são coisas muito confusas e eu poderia dizer o que entendo de cada um, mas aí seria outro texto do mesmo tamanho desse e, às vezes, eu poderia está saindo muito do real, então é isso.
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